Reportagens Relacionadas

Loading...

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Endometriose pode ser combatida pela Vitamina D3

Meninas tentantes,

Continuo minhas pesquisas, essa semana assisti a esses vídeos muito importantes. Assistam 

a importância da vitamina D3 para doenças como endometriose, canceres, psoríase, alzeimer, esclerose multipla entre outras. Segundo Dr.Lair Ribeiro todos temos deficiência de d3.

Quando eu descobri o mioma que eu tinha eu morava em São Paulo, e quase não me expunha ao sol, onde ele atingiu 6cm, e quando os médicos queriam tirar o meu útero. Mudei para Belo Horizonte e lá faz sol todos os dias é raro chover ou ter um dia nublado, eu me expunha bastante ao sol, foi exatamente na época em que comecei a perceber a diminuição do meu mioma, hoje em dia ele está calcificando e já quase não existe mais. Minha endometriose continua inexistente, então depois que assisti esses vídeos comecei a perceber que a vitamina d3 pode ter me trazido a cura.

Agora moro em São Paulo novamente e depois de ver esses vídeos, já entrei com a suplementação da vitamina d3 e pretendo fazer o exame da mesma para ver como estou e publicar aqui.

Estou fazendo a suplementação já há alguns dias, meu marido também, já percebemos uma melhora na qualidade do nosso sono. Meu pai tem degeneração macular séria, as injeções que ele está tomando no olho não estão adiantando de nada, ele já começou a suplementação de vitamina d3 publicarei posteriormente os resultados aqui.



http://www.youtube.com/watch?v=_9-gJ0RIJ20
http://www.youtube.com/watch?v=B0QEc7gToZQ

livro sobre vitamina d

http://editorafundamento.com.br/autores/nao-ficcao/michael-f-holick/vitamina-d.html#.UvwpTvldXw8

A vitamina D e a reprodução humana

Publicado em 7 de junho de 2013 por Clínica Fecondare



A vitamina D é um hormônio que atua em diferentes órgãos do organismo, sendo responsável principalmente pela absorção do cálcio e pela formação do osso, mas também tem um papel importante na saúde reprodutiva tanto do homem quanto da mulher. Existem dois tipos de vitamina D (D2 e D3) e ambas são produzidas com o auxílio da luz ultra-violeta que recebemos diariamente; o tipo D3 ainda pode ser obtido na alimentação, por meio de peixes gordurosos, por exemplo.


Sua relação com a reprodução está sendo estudada e algumas associações já foram bem estabelecidas. Pesquisas recentes destacam que a presença dessa vitamina se associa positivamente à velocidade e à movimentação dos espermatozoides, enquanto que sua deficiência está associada à baixa produção de testosterona e também de espermatozoides – essa última presente mesmo quando a quantidade de testosterona no organismo masculino esteja normal.

A sua deficiência no organismo feminino associa-se à síndrome dos ovários policísticos. Ela afeta o metabolismo da insulina, a produção das células que se tornarão os óvulos e ainda se associa à obesidade, que são componentes importantes no desenvolvimento da doença. Sua quantidade insuficiente no organismo também se associa à endometriose, à “TPM” e à cólica menstrual; em relação especificamente à gestante, relaciona-se ao aumento do risco de pré-eclâmpsia (doença grave que acontece no final da gestação), diabetes gestacional e ao aumento da necessidade de cesariana. 
Considera-se ainda um papel colaborador desse hormônio no sucesso da fertilização in vitro (técnica de reprodução assistida em que o óvulo e o espermatozoide são unidos em laboratório e posteriormente colocados no útero para se desenvolver).
Em relação à saúde fetal, os níveis maternos suficientes da vitamina se associam ao seu adequado desenvolvimento e crescimento, influenciando sobre o seu peso ao final da gestação.
Os benefícios creditados à vitamina D levaram à hipótese de que sua reposição em determinadas condições relacionadas à saúde reprodutiva poderia ser benéfica, apesar de não estar totalmente aceita pela literatura científica. De toda forma, já está sendo usada por médicos especialistas em reprodução humana e pode ser considerada durante o tratamento de infertilidade de forma complementar.

terça-feira, 16 de julho de 2013

Novas descobertas sobre a causa da endometriose.

Novos descobrimentos sobre a endometriose
Os estudos mais recentes apontam para uma nova possibilidade de que ao confirmar-se a causa da endometriose podem-se abrir novas opções para tratamentos definitivos e, quem sabe, até mesmo para a cura desta doença.
 

Estes estudos, feitos por cientístas da Universidade de Liverpool, revelam que uma enzima poderá ser a responsável pela endometriose: a telomerasa.
Esta enzima é libertada por células no interior do útero nos últimos momentos do ciclo menstrual nas mulheres que sofrem de endometriose. Não se encontra com facilidade no corpo, vive nas capas internas do útero e em algumas células especiais, como as do esperma e as células cancerígenas. A sua influência sobre as células associa-se à capacidade de estas se reproduzirem indefinidamente.
Dharani Hapangama, um dos autores da investigação, explicou que “as células do interior do útero são únicas e podem produzir esta enzima nos primeiros momentos da menstruação. Contudo, as mulheres que padecem de endometriose produzem esta enzima em ambos os momentos do ciclo menstrual. Isto significa que as células continuam a dividir-se e a perder a função de favorecer uma gravidez”.
De acordo com o cientista, a ação prolongada da enzima faz com que o útero se torne mais hóstil e as células, que aparecem na última fase do ciclo menstrual, fiquem mais agressivas e com uma maior capacidade de sobreviverem, de implantarem-se fora do útero e de provocarem dor.


Para realizar o estudo, os científicos ingleses avaliaram 29 mulheres que sofriam de endometriose e outras 27 livres desta doença. A ambos os grupos foram realizadas biopsias do tecido uterino em diferentes fases do ciclo menstrual, com a finalidade de determinar a presença e o comportamento da enzima telomerasa.

O tratamento contra uma doença incurável
O grande problema desta patologia é que não tem uma cura definitiva, daí a importância que tem qualquer descobrimento sobre a sua causa. No entanto, existem muitos tratamentos para diminuir a dor e favorecer uma gravidez.
  • Tratamento para a dor. Se os sintomas são leves pode ser que só sejam necessários analgésicos. Se a mulher quer ficar grávida, os médicos recomendam que vá tentando num período máximo de seis meses. Se não conseguir é porque será necessário um tratamento mais rigoroso.
  • Tratamento hormonal. Este tratamento é mais eficaz quanto menos tumores houverem. Existem várias hormonas usadas para este tratamento, incluindo uma combinação de estrogeneo e progesterona, como as pílulas anticonceptivas, a progesterona, a danocrina (hormona masculina), etc.
As pílulas anticonceptivas controlam o crescimento do tecido que reveste o útero e, frequentemente, diminuem a quantidade do fluxo menstrual. Uma vez que a mulher deixa de tomá-las, volta a sua capacidade de ficar grávida, no entanto, os sintomas da endometriose também podem reaparecer.
A danocrina é o tratamento mais comum. O problema é que as mulheres que seguem este tratamento não podem ficar grávidas pois podem prejudicar o feto.
Os agonistas da gonadotropina evitam que o organismo produza certas hormonas e, deste modo, evitam a menstruação. Sem menstruação o crescimento da endometriose reduz-se ou acaba mesmo. Recomenda-se que as mulheres sigam este tratamento durante seis meses, depois dos quais o corpo começará a ter períodos de novo e poderão voltar a engravidar. O problema é que cerca de metade das mulheres voltam a sofrer de endometriose.
  • Tratamento cirúrgico. Esta é a melhor opção para as mulheres com uma endometriose extensa e que sofrem de dores fortes. Pode-se levar a cabo uma laparoscopia mediante a qual se extraem os tumores e os tecidos afectados. A finalidade é tratar a endometriose sem danificar o tecido saudável que está em volta. A recuperação de uma laparoscopia é muito mais rápida do que numa cirurgia maior, como a laparotomia.
Existe uma série de tratamentos alternativos, cuja eficácia ainda não foi comprovada a cem por cento. Entre outros, a medicina tradicional chinesa, os planeamentos nutricionais (certas medidas dietéticas e a ingestão de alguns nutrientes que ajudam a reduzir o excessivo sangramento menstrual), a hemeopatia e a terapia imunológica.
Como enfrentar a endometriose?
É muito duro aceitar que sofre desta doença para a qual não há uma cura definitiva e que pode afectar a nossa fertilidade. Pode sentir-se triste, ter medo, ficar confusa, etc. Para conseguir superar tudo isto é muito importante receber o apoio de toda a família e aprender tudo o que pode sobre a doença. Para além disto, deve estar atenta aos novos avanços que se vão alcançando, pois podem, a qualquer momento, descobrir um tratamento definitivo. Fale com as pessoas certas acerca daquilo que sente e contacte com outras mulheres que já passaram pelo mesmo.

Cura espontânea de tumores

Achei muito bacana este estudo que nos mostra que uma cura espontânea é possível.
fonte: http://br.noticias.yahoo.com/curas-espont%C3%A2neas--como-elas-acontecem--143148888.html?page=1

Curas espontâneas, como elas acontecem?
Sem remédios, cirurgias nem tratamentos, e em alguns casos inclusive sem explicação. Assim algumas doenças são curadas, aliviadas, melhoram ou desaparecem, ou então alguns de seus sintomas e lesões, de forma natural, abrindo novos caminhos de investigação para a medicina e novas esperanças para os pacientes.

Embora tenham sido relatados casos de câncer de pele e de rim que sumiram e de neuroblastoma, um tumor infantil pouco usual, que desapareceram sem serem tratados, a maioria dos casos de câncer que desaparecem sozinhos, no que se conhece como cura espontânea, é considerada "uma raridade clínica", segundo de “The New York Times'” (NYT).

O jornal americano repercutiu um estudo realizado na Noruega e publicado em “The Archives of Internal Medicine”, que sugere que inclusive o câncer de mama invasivo, em algumas ocasiões, poderia desaparecer sem tratamento e em uma quantidade significativa de pacientes.

Neste estudo, comandado pelos médicos H. Gilbert Welch, Per-Henrik Zahl e Jan Maehlen, foram comparados dois grupos de mulheres de entre 50 e 64 anos de idade, em dois períodos de seis anos consecutivos cada um.

Em um dos grupos havia 109.784 mulheres, que foram estudadas entre 1992 e 1997 e as quais fizeram uma só mamografia; no outro havia 119.472, que foram analisadas entre 1996 e 2001 e que fizeram uma mamografia a cada dois anos.

Tumores em retrocesso
Segundo os pesquisadores, o resultado esperado era que em ambos os grupos se tivessem detectado quantidades similares de cânceres de mama, seja no final ou durante os períodos de estudo.

Mas ficou comprovado que no grupo que fez mamografia regularmente 1909 mulheres tinham sido diagnosticadas com câncer de mama invasivo em seis anos, e no grupo submetido a uma só mamografia houve 1564 mulheres com o mesmo diagnóstico no mesmo lapso de tempo.

Embora haja outras explicações para este fenômeno, para o médico Welch, da Escola de Medicina Geisel em Dartmouth (EUA), a explicação mais provável é que "algumas mulheres têm um tumor em um momento de sua vida e depois não o têm", ou seja, que seus tumores desapareceram.

Embora alguns especialistas rejeitem ou desprezem a ideia de uma cura espontânea, outros profissionais como o médico Robert M. Kaplan, da Escola de Saúde Pública da Universidade da Califórnia, em Los Angeles (EUA), expressou seu interesse sobre este estudo.

"Se outras pesquisas confirmarem estes resultados, em um futuro poderia ser possível que algumas mulheres optassem pela denominada "observação ou tratamento expectante", que inclui o controle periódico do tumor mamário para comprovar se ele cresce", declarou Kaplan ao “NYT”.

Por sua vez, uma equipe espanhola averiguou o motivo de alguns tumores desaparecerem totalmente ou seu tamanho se reduzir notavelmente, sem nenhuma intervenção terapêutica convencional, e suas conclusões foram publicadas nas revistas científicas “European Journal of Gastroenterology & Hepatology” e “Digestive Disease Sciences”.

Os autores revisaram os casos de regressões espontâneas (totais ou parciais e não atribuíveis à cirurgia ou tratamento oncológico) de tumores, compilados na literatura médica entre 1978 e 2007, constatando que é um fenômeno mais comum nos hepato-carcinomas (cânceres de fígado) que em outros tumores e que estes casos são mais frequentes do que se acreditava.

Segundo o hepatologista Bruno Sangro, da Clínica Universitária de Navarra (Espanha), coordenador deste trabalho, calcula-se que a regressão parcial ocorre entre dois e quatro casos de cada mil, e que de 1% a 2% dos pacientes podem experimentar algum tipo de regressão, na qual o tumor encolhe ou diminui.

Segundo os autores deste estudo, nas regressões poderiam intervir fatores imunológicos, que permitem que o paciente desenvolva uma potente resposta defensiva contra a doença e o ritmo de crescimento do tumor, já que quando este cresce rápido demais, não lhe dá tempo para tecer uma rede de vasos sanguíneos eficaz o bastante para nutri-lo.


Diabetes "de ida e volta"
Embora não possa ser considerada estritamente uma cura espontânea, um novo estudo dirigido pelo médico Edward Gregg, dos Centros para o Controle e a Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC, em inglês), demonstrou que embora a regressão do diabetes seja muito pouco frequente seria possível consegui-la mudando o estilo de vida.

Nesta pesquisa, uma em cada nove pessoas com diabetes conseguiu recuperar seu nível normal ou "pré-diabético" de açúcar no sangue, após seguir um programa no qual os participantes ingeriam entre 1.200 e 1.800 calorias diárias e praticavam atividade física pelo menos três horas por semana.

Depois de um ano, 11,5% dos participantes conseguiu uma redução do diabetes, pelo menos parcial, ou seja, que seus níveis de glicose no sangue se normalizassem sem que tomassem remédios. No grupo de controle, que não seguiu um programa intensivo de dieta e exercício, as reduções ocorreram em apenas 2% dos casos.

"Acredita-se que depois que o diabetes aparece, não há volta, nem redução nem cura, mas mudar para uma dieta saudável, um estilo de vida ativo e com controle do peso, facilita o manejo da doença e poderia ajudar a suspender a medicação e reduzir o risco de complicações", segundo Gregg, autor principal do estudo.

Por outro lado, algumas crianças menores de cinco anos diagnosticados de algum transtorno do espectro autista (TEA) perdem os sintomas, ao se tornarem maiores, segundo uma pesquisa financiada pelos Institutos Nacionais de Saúde Mental dos Estados Unidos (NIMH, em inglês) e comandada pela médica Deborah Fein, da Universidade de Connecticut-Storrs.

Esse estudo foi feito com 34 crianças e adolescentes que receberam um diagnóstico precoce de autismo e agora não apresentam sintomas, 44 com características autistas muito acentuadas, como a incapacidade emocional e atraso na aprendizagem, e outras 34 com um desenvolvimento normal do TEA, todas elas de entre oito e 21 anos de idade.

Apesar deste estudo não apresentar informação sobre a porcentagem de crianças diagnosticadas com autismo que poderiam perder os sintomas, segundo seus autores ele pode ajudar a esclarecer se as mudanças nas crianças assintomáticas se devem a uma normalização de sua função cerebral ou se seus cérebros foram capazes de compensar as dificuldades relacionadas a este problema.

"Embora normalmente o diagnóstico do transtorno do espectro autista não desapareça com o tempo, as conclusões obtidas neste relatório indicam que existe uma pequena porcentagem de casos em que se consegue superar este problema", segundo o diretor do NIMH, Thomas R. Insel.

















sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Fruta em pó

 Gostaria que fizessem melão em pó seria ótimo para quem tem endometriose e miomas, leiam bem interessante

 Fruta em pó pode ser armazenada e não estraga

Lauren Kelly Wickman
Fruta em pó pode ser armazenada e não estraga
O grupo espanhol decidiu estudar a melhor forma de obter produtos mais duráveis, mas que conservem a maioria das propriedades das frutas originais. [Imagem: UPV]
Consumo de frutas
Especialistas recomendam comer pelo menos cinco porções de frutas e vegetais por dia.
Cada porção pesa 80 gramas.
No entanto, a realidade é bem diferente, já que estamos testemunhando um declínio gradual do consumo de frutas e vegetais, especialmente entre as crianças.
Esta é uma das razões que fizeram uma equipe de pesquisadores de Valência (Espanha) desenvolverem novos produtos que possam promover o consumo de frutas.
Frutas em pó
O principal fator que afeta a estabilidade e a vida útil das frutas é o seu alto teor de água.
Assim, o grupo espanhol decidiu estudar a melhor forma de obter produtos mais duráveis, mas que conservem a maioria das propriedades das frutas originais.
Para isso, eles aplicaram técnicas de liofilização, também chamadas de secagem por congelamento (freeze-drying), e secagem por atomização (spray drying).
Kiwi, morango e toranja foram os primeiros frutos a literalmente virar pó.
A ideia é usar o pó de frutas para polvilhar em outros alimentos, ou como um ingrediente funcional em sucos, purês, leite ou chá.
Outro produto que a tecnologia pode criar são fatias de frutas secas, adequadas para lanches, muito mais saudáveis do que os salgadinhos.
Pronto para vender
Segundo Nuria Martínez Navarrete, pesquisadora da Universidade Politécnica de Valência, o consumo de frutas é baixo porque as frutas frescas duram apenas alguns dias.
E isto está em desacordo com nosso estilo de vida atual, que em muitas ocasiões nos impede de fazer compras diariamente.
É por isso, segundo a pesquisadora, que consumimos mais alimentos processados, produtos que são de longa duração e fáceis de preparar.
Esta tendência pode mudar graças a projetos como este, tão logo os resultados sejam transferidos para as empresas de alimentos.
Toranja em pó
Os resultados da pesquisa mostram que a liofilização conserva os compostos bioativos que são responsáveis pelos efeitos benéficos que a toranja tem sobre nossa saúde, também mantendo sua propriedade antioxidante.
De acordo com os pesquisadores, cada 100 gramas de toranja fresca produz entre 10 e 15 gramas de toranja em pó.
Metade dessa dose poderia temperar uma porção de salada.
Ou, acrescentando 85 mililitros de água, pode render suco equivalente a meia toranja.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Apesar da endometriose, cuide-se, valorize-se


Apesar da endometriose nos atrapalhar bastante, nos preocupar, mexer com nosso humor e por vezes nos deixar arrasadas com uma tremenda baixa auto estima, fiz aqui um post de roupas lindas pra você  dar aquela arrasada, vestidinhos, macacões, blusas com recortes diferentes que valorizam o corpo e o colo feminino.

É muito bacana se olhar no espelho e se sentir bonita com uma roupa nova, receber elogios das amigas, do marido, do namorado e deixar pra lá aquela "deprê" chata.

O bom humor,  sentir-se tranquila e bem consigo mesma são atitudes importantes no caminho da cura, evite o stress.
Minha sugestão é, quando você estiver de baixo astral, desentoque-se, arrume-se e vá para a rua dar uma passeada, uma vitrinada, garanto que vai se sentir outra.

Separei estes modelos da Miss Sirena e da Hang loose que você encontra na loja abaixo, aproveite pois vem verão aí e está tudo em oferta com frete grátis.





Macacão Hang Ten Tay Day
















sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Local onde fiz minha cirurgia espiritual




-->

Olá amigas, devido a muitos pedidos posto aqui onde fiz minha cirurgia espiritual, na época fiz à distância, marquei no site mesmo, e segui as instruções em minha casa no dia e horário marcados. Postem seus resultados, desejo a cura para todas!


http://www.gruposocorrista.com.br/portugues/paginas_port/index.html

Notícias Gerais importantes sobre saúde


Notícias Gerais importantes sobre saúde


Consumo regular de cerejas reduz risco de crises de gota em 35%

Incidência das crises da doença foi 75% menor quando a ingestão da fruta foi combinada com o uso da droga que reduz úrico ácido


Cientistas da Universidade de Boston, nos EUA, descobriram que o consumo de cerejas reduz o risco de crises de gota em 35%.

Os resultados sugerem que a incidência das crises da doença reumatológica foi 75% menor quando a ingestão da fruta foi combinada com o uso da droga que reduz úrico ácido, alopurinol.
Pesquisas revelam que 8,3 milhões de adultos nos EUA sofrem com a gota, artrite inflamatória desencadeada por uma cristalização de ácido úrico nas articulações que causa dor e inchaço. Embora existam muitas opções de tratamento disponíveis, pacientes com gota continuam a ser afetados por ataques recorrentes.
Estudos anteriores mostraram que produtos contendo cereja reduzem o ácido úrico e têm efeitos anti-inflamatórios e, portanto, podem ter o potencial para reduzir a dor da gota. No entanto, nenhum estudo havia avaliado se o consumo de cereja pode diminuir risco de crises de gota.
Agora, o pesquisador Yuqing Zhang e seus colegas recrutaram 633 pacientes com gota, que foram acompanhados por um ano. Os participantes foram questionados sobre a data de início da gota, sintomas, medicamentos e fatores de risco, incluindo consumo de extrato de cereja e cereja nos dois dias antes das crises gota.
Os participantes tinham idade média de 54 anos. Desses indivíduos com alguma forma de ingestão de cereja, 35% comeram cerejas frescas, 2% de extrato de cereja, e 5% consumiram tanto cereja fresca quanto extrato de cereja. Investigadores documentaram 1.247 ataques de gota durante o período de um ano de acompanhamento.
"Nossas descobertas indicam que o consumo de cerejas ou extrato de cereja reduz o risco de crises de gota. O risco de ataques agudos diminui ainda mais com o aumento do consumo de cereja, até três porções ao longo de dois dias", afirma Zhang.
Segundo os pesquisadores, o efeito protetor do consumo de cereja persistiu após levado em conta o sexo, a massa corporal (obesidade), a ingestão de álcool, diuréticos e medicamentos antigota.


Medicamento para endometriose já está nas farmácias brasileiras


Novo medicamento para endometriose
chega ao mercado brasileiro

Allurene é a nova aposta dos médicos para tratar a doença que
atinge 6 milhões de mulheres no País



Após mais de 20 anos sem novidades no tratamento da endometriose, chega ao mercado brasileiro o medicamento Allurene (dienogeste), da indústria farmacêutica Bayer HealthCare. Uma única dose diária da droga promete aliviar as incômodas dores associadas à doença e causar poucos efeitos colaterais. 

Atualmente, o medicamento para tratar a endometriose considerado pelos especialistas como “padrão ouro” é chamado de análogo do GnRH, que só pode ser administrado por um período de seis meses e tem como efeitos colaterais risco aumentado de osteoporose, ondas de calor, pele seca e dificuldade para ter relação sexual — sintomas bem parecidos com os do período da menopausa. 

De acordo com ginecologista Dr. Thomas Faustman, chefe da Área Global para assuntos da Mulher na Bayer HealthCare, a dosagem hormonal do novo remédio é muito baixa, por isso causa menos efeitos colaterais. 

— O remédio é de uso contínuo e pode ser administrado em longo prazo. Entre os principais efeitos colaterais podemos destacar dor de cabeça, desconforto nos seios, depressão e alteração do sangramento hormonal. Mesmo assim, foram relatados em poucas pacientes. 

Sobre as contraindicações, o médico ressalta que mulheres com tumor de mama e depressão severa não devem usá-lo. Ainda segundo ele, os testes clínicos mostraram que a dor diminui significativamente nos dois primeiros meses de tratamento. 

O medicamento já está disponível nas farmácias de todo o Brasil no valor de R$ 180,00 (caixa com 28 comprimidos).

fonte:http://noticias.r7.com/saude/noticias/novo-medicamento-para-endometriose-chega-ao-mercado-brasileiro-20120809.html

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Levar uma vida mais natural é mara...!!!



Levando uma vida mais saudável e natural

 Hoje em dia agente corre tanto, se estressa tanto,se cansa tanto, come tão errado por que nunca dá tempo pra nada... Isso tudo tem se tornado uma constante na vida de cada um de nós. Temos nos importado conosco e com a nossa alimentação cada vez menos quando deveria ser o contrário, será que temos a total consciência do quão importantes somos para nós mesmos??? que nosso corpo é uma máquina maravilhosa cujo desempenho bom ou ruim depende do que comemos e de como agimos perante a vida??? A moda agora tenta impor às mulheres que fiquem magérrimas,e com cara de boneca sem expressão, temos que ser forçosamente "barbies" de plástico e muitas vezes intervimos tanto em nossa aparência exterior que acabamos por parecer uma obra de arte de picasso e assim perdemos as expressões, as formas, a identidade do corpo e da alma. Por isso acho interessante e apóio esta nova tendência que lentamente vem se instalando ao nosso redor para nos salvar do artificial e nos jogar novamente nos braços do natural,do orgânico, recuperando assim devagarzinho, um pouco de quem somos. Já experimentou tomar um chá de erva cidreira servido numa simples casca de coco? eu já! durante uma viagem que fiz ao Espírito Santo conheci um artista local que transformava restos de troncos em móveis lindos, artísticos. A casa dele era feita de corais e cimento, os lustres de cristais de quartzo com iluminação por trás,o chão da casa era de areia branca da praia, cortinas de conchas brancas pequenas, entre outras coisas fantásticas que tive o prazer de ver.A música ambiente era Enya e o cheiro leve de insenso de jasmim se espalhava pela casa, quando fui ao jardim da casa pude ver no meio do grupo de turístas que lá estava, um céu negro cheio de estrelas e pude degustar o chá de cidreira na casca de coco. Nunca mais me esqueci desta experiência tão rica em aromas e sabores e a partir daí tive vontade de largar o fast food e presentear meu paladar e meu corpo com alimentos mais saudáveis que percebi também, por vezes serem muito mais saborosos. 
Dizem que a beleza verdadeira é a que vem de dentro para fora, e eu finalizo este post dizendo: 
- Concordo!

Veja só minha pesquisa no site: http://www.maeterra.com.br/site/index.php?mact=News,cntnt01,detail,0&cntnt01articleid=260&cntnt01returnid=60

 1 - Vitamina C e selênio: dupla superantioxidante Os antioxidantes são os heróis que capricham a mão na hora de cuidar do nosso sistema de defesa (prevenindo gripes infecções e muitas doenças), e de quebra ainda previnem o envelhecimento precoce (sinal de pele mais bonita). A vitamina C está na acerola, na laranja, no limão, nas folhas verde escuras (cruas), enquanto o selênio aparece de montão na castanha do pará. 

 2 - Chá verde: salvador da pele! Ele contém catequinas e polifenóis que ajudam a manter o colágeno da pele firme e a afasta o risco de câncer (mas é claro que isso não dispensa a necessidade de usar protetor solar todo dia e de tomar sol só antes das 10h ou depois das 16h).

 3 - Açúcar e gordura saturada: menos é mais! Isso mesmo. Quanto menos, melhor! Essa dupla atrapalha bastante a renovação das nossas células, o que significa pele envelhecida e rugas precoces. Na maior parte do tempo, procure ficar longe dos doces lotados de açúcar, além das frituras, folheados, carnes gordurosas e todas as outras fontes de “gorduras ruins”. 

 4 - Aveia: pra colocar o intestino na linha. A saúde do intestino reflete no corpo todo. Um intestino saudável de verdade absorve bem os nutrientes da alimentação, manda embora o que não faz bem e não tem como não notar a diferença que isso faz na pele, no peso, na disposição... Aveia é excelente pra ajudar nisso. Fonte de beta-glucanas, que são fibras solúveis que ajudam a manter o intestino saudável, e funcionando que nem um reloginho. 

 5 - Cacau + banana = adeus, TPM! O triptofano, aminoácido presente nesses 2 alimentos (além da aveia, do grão de bico e das nozes), participa da produção de serotonina, substância que tende a ser menos produzida pelo corpo da mulher na fase da tensão pré-menstrual, deixando-a com o humor em baixa. A dica é experimentar um lanche da tarde diferente com uma banana amassada com um pouquinho de cacau em pó, aveia e um fio de mel. Delícia bem saudável! 

 6 - Chá de cavalinha: pé no freio pra celulite! Esse chá contém silício, mineral importante na hora de manter a firmeza da pele e de ajudar a prevenir esses “furinhos” indesejáveis. 

 7 - Linhaça e soja: pra passar bem pela menopausa As lignanas, presentes nesses alimentos, ajudam a aliviar os sintomas da menopausa porque fazem a vez do estrógeno, hormônio que está em queda no corpo da mulher nessa fase. Mas fique de olho: a linhaça e a soja não substituem o tratamento médico; elas apenas dão uma força.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Os perigos de um dieta rica em sal

Tempero correto

Embora muitas pessoas ainda não saibam a diferença entre sal e sódio, é importante saber que não se deve ingerir sal demais... e nem de menos.


Principalmente porque o sódio em excesso pode causar uma série de males à saúde.
E agora há mais uma evidência em favor desse cuidado: o sódio, quando deixa o corpo, leva consigo o cálcio.
E isso abre o caminho para o desenvolvimento de pedras nos rins e osteoporose.
Sódio e cálcio no corpo
A relação epidemiológica já está bem documentada: uma dieta rica em sal está fortemente associada a casos de pedras nos rins e osteoporose.
Mas e o efeito causal? Será que é o excesso de sal que realmente causa essas condições? Se for, isso é feito diretamente ou indiretamente?
Isso era o que Todd Alexander e seus colegas da Universidade de Alberta, no Canadá, queriam descobrir.
E eles descobriram uma importante ligação entre o sódio e o cálcio.
No corpo humano, os dois elementos são regulados pela mesma molécula.
Quando a ingestão do sódio se eleva muito, o corpo cuida de descartar o excesso por meio da urina.
O problema é que, ao fazer isso, o cálcio vai junto.
De vilã a auxiliar
Os problemas começam porque, ao contrário do sódio, o cálcio não estava em excesso.
E ele acaba fazendo falta no organismo, levando ao aparecimento de algumas condições graves, ou eventualmente colaborando para outras.
"Quando o corpo tenta se livrar do sódio pela urina, nossos resultados indicam que ele descarta junto o cálcio," confirma Alexander.
O lado bom da descoberta é que a mesma molécula que leva alhos com bugalhos pela urina - cálcio com sódio - passará a ser estudada como um eventual fármaco para combater a osteoporose e as pedras nos rins.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Proellex

Trata-se de uma medicação, chamada Proellex, que vem sendo testada nos EUA para tratamento de Miomas Uterinos e Endometriose.


Uma notícia publicada no início deste mês pelo jornal online MarketWatch, informa que a indústria farmacêutica americana Repros Therapeutics Inc completou a segunda fase de um estudo feito com o Proellex, trazendo bons resultados no que diz respeito à redução dos Miomas Uterinos, bem como à redução das dores causadas pela Endometriose e também a suspensão da menstruação
.
O Proellex, cujo princípio ativo é a Telapristone, é um medicamento oral, pertencente a uma classe relativamente nova de drogas conhecida como "moduladores seletivos de receptor de progesterona (SPRMs)". Sua função é bloquear os receptores do hormônio progesterona, impedindo assim a ovulação e consequentemente a menstruação.

De acordo com um co-autor do estudo, o pesquisador Dr. Andre Van As, o "Proellex é muito eficaz no alívio da dor associada à endometriose, uma condição que afeta milhões de mulheres nos Estados Unidos".

Inicialmente, os testes com esta droga trouxeram muitas preocupações, pois as dosagens elevadas mostraram ser prejudicais ao Fígado, podendo levar à uma toxicidade hepática, uma grave condição que obrigou a empresa a suspender temporariamente a pesquisa.
Porém, administrando doses menores, verificou-se que a droga era segura e apresentava os efeitos desejados.

A pesquisa atual mostra que após quatro meses de tratamento com Proellex, as mulheres com Endometriose que apresentavam cólicas fortes e incapacitantes durante o período menstrual, mostraram significativa melhora no quadro de dor, suspendendo, inclusive, a necessidade do uso de analgésicos e derivados da morfina.

Isto se explica pelo fato desta droga fazer a menstruação cessar na maioria das mulheres. Além disto, Proellex também diminuiu significativamente os sintomas associados com a dor pélvica fora do período menstrual e a dor durante a relação sexual (dispaurenia), o que sugere que este novo medicamento pode ter um "efeito modificador da doença", como diz o Dr. Van As.

A conclusão desta segunda fase da pesquisa foi promissora no que diz respeito à segurança ao efeito colateral produzido anteriormente ao Fígado, ou seja, em doses mais baixas, o efeito esperado é alcançado, sem causar danos a este órgão.

A pesquisa também demonstrou que quando interrompido o uso do Proellex, após 10 meses de tratamento, a menstruação retornou num prazo máximo de aproximadamente 35 dias em todos os grupos de mulheres do estudo (tanto as que tinham Endometriose ou Miomas, quanto as que não tinham).

No caso das pacientes com Miomas, a administração do Proellex, reduziu os episódios de sangramentos excessivos e também o tamanho dos Miomas.
Vale lembrar que a droga não promete a cura da Endometriose, nem dos Miomas, mas mostra-se muito eficaz na suspensão da menstruação e controle da dor, tão importantes para quem tem estas patologias.

A pesquisa ainda não terminou e precisa determinar fatores importantes como efeitos colaterais e o período pelo qual a droga age, mesmo depois de sua interrupção. Além disto, precisa passar pela avaliação da FDA (Food and Drug Administration) para dar início à nova fase da pesquisa.

fonte:http://eutenhoendometriose.blogspot.com.br/2012/01/novo-medicamento-para-endometriose-em.html


sexta-feira, 1 de junho de 2012

Componente de protetor solar pode causar endometriose


Estrogênio sintético

Cientistas anunciaram uma possível ligação entre o uso de protetores solares que contenham um ingrediente que imita os efeitos do hormônio sexual feminino, o estrogênio, e um maior risco de endometriose.

A endometriose é uma condição dolorosa em que o tecido do útero cresce fora do útero.

A possível ligação está descrita em um artigo publicado por uma equipe da Universidade do Estado de Nova Iorque, coordenada por Kurunthachalam Kannan, na revista Environmental Science & Technology.

Benzofenona

Os cientistas explicam em seu artigo que alguns filtros solares, assim como alguns outros produtos para cuidados pessoais, contêm benzofenonas - um tipo de ingrediente muito eficaz no bloqueio dos raios ultravioleta do Sol.

Ocorre que pequenas quantidades de benzofenona podem passar através da pele e serem absorvidas pela corrente sanguínea, onde imitam os efeitos do estrogênio.


Alguns filtros solares, assim como alguns outros produtos para cuidados pessoais, contêm benzofenonas, ingredientes que imitam os efeitos do hormônio sexual feminino, o estrogênio. [Imagem: ACS]
A endometriose, que afeta até 1 em cada 10 mulheres em idade reprodutiva, precisa de estrogênio para se desenvolver.

Apesar disso, esse parece ser o primeiro estudo a investigar uma conexão entre o uso de produtos para a pele com benzofenona e a probabilidade de acometimento pela endometriose.

Convite à especulação

Os cientistas analisaram os níveis de benzofenona na urina de 625 mulheres submetidas à cirurgia para endometriose.

Eles descobriram que altos níveis de uma benzofenona específica, chamada 2,4OH-BP, estão associados com um aumento no risco de diagnóstico da endometriose.

O estudo também constatou que as mulheres que vivem na Califórnia - um estado mais quente dos Estados Unidos, com muitas praias - tendem a ter níveis mais elevados de benzofenonas durante os meses de verão, sugerindo uma ligação com os filtros solares.

"Nossos resultados convidam à especulação de que a exposição a elevados níveis de 2,4OH-BP podem estar associados à endometriose", dizem os pesquisadores.

fonte:http://www.diariodasaude.com.br

Medicamento indicado para câncer de mama reduz mioma uterino


Miomas uterinos

Pesquisa realizada pelo setor de Ginecologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP) mostra que o inibidor de aromatase, medicamento indicado na terapia complementar do câncer de mama, é eficaz no tratamento de mulheres com miomas uterinos. Os médicos constataram redução de até 30% no tamanho dos tumores, que se desenvolvem na musculatura do útero, em forma de nódulos.

Os sintomas relacionados à doença também apresentaram melhoras significativas com o medicamento. O estudo envolveu 20 mulheres, com idade entre 35 e 45 anos, sem desejo reprodutivo e volume uterino compatível com uma gestação de 16 a 20 semanas. No período de 90 dias, essas mulheres receberam o medicamento que inibe a ação da enzima aromatase, a qual transforma a testosterona em estrogênio, o hormônio responsável pelo crescimento do mioma.

Estrogênio

O estrogênio é produzido nos ovários. Células do mioma também são capazes de produzir estrogênio local, a partir de androstenediona, o que é suficiente para promover seu próprio crescimento. Segundo o autor do estudo, Sandro Garcia Hilário, os resultados foram animadores e abrem perspectivas otimistas para o uso do inibidor de aromatase em novos tratamentos de doenças estrogênio-dependentes (miomas e endometriose).

Sangramentos, cólicas e dores

Para o professor Nilo Bozzini, orientador do trabalho, a indicação terapêutica poderá beneficiar mulheres, em idade reprodutiva, que sofrem com sangramentos, fortes cólicas e dores na relação sexual - queixas mais comuns da doença. "A diminuição dos sintomas e do volume do tumor propicia melhores condições clínicas para uma cirurgia de retirada de mioma mais segura", enfatiza.

Menopausa transitória

Atualmente, o tratamento para redução de miomas é feito com terapia que induz um estado de menopausa "transitória", uma condição em que o organismo apresenta baixo nível sanguíneo de estradiol, com decréscimo do volume do conjunto útero e mioma. O maior desconforto desse tipo de tratamento é o surgimento de ondas de calor, secura vaginal, insônia, irritabilidade, dores nas articulações, sintomas não acusados em mulheres que foram medicadas com o inibidor de aromatase, conforme aponta o estudo.

No entanto, alerta Bozzini, "esses tratamentos clínicos não excluem a realização de miomectomia, cirurgia para retirada dos miomas que preserva o útero."
fonte:www.diariodasaude.com.br

A água que estamos tomando é realmente boa?


Água não potável

A água potável fornecida em 16 capitais brasileiras, onde vivem aproximadamente 40 milhões de pessoas, apresenta contaminação por substâncias ainda não legisladas, mas que podem ser potencialmente nocivas à saúde humana.

A constatação é de uma pesquisa desenvolvida pelo Instituto Nacional de Ciências e Tecnologias Analíticas Avançadas (INCTAA), sediado na Unicamp, em colaboração com outras instituições.

Os pesquisadores identificaram, por exemplo, a presença de cafeína em todas as 49 amostras coletadas no cano de entrada (cavalete) de residências espalhadas pelas cinco regiões do país.

"Esse dado é relevante, porque a cafeína funciona como uma espécie de traçador da eficiência das estações de tratamento de água. Ou seja, onde a cafeína está presente, há grande probabilidade da presença de outros contaminantes," explica o professor Wilson de Figueiredo Jardim, coordenador do estudo.

Cafeína e contaminantes emergentes

Segundo o pesquisador, os resultados são uma "prova inequívoca de que estamos praticando o reúso de água" de uma forma nunca sonhada pela população - o reúso é uma prática crescente visando o aproveitamento da água reciclada em banheiros e lavação de áreas externas.

"A presença da cafeína demonstra que os mananciais estão contaminados por esgoto e que as estações de tratamento não estão dando conta de remover este e outros compostos da água," afirma.

Além de cafeína, os cientistas também encontraram nas amostras analisadas concentrações variadas de atrazina (herbicida), fenolftaleína (laxante) e triclosan (substância presente em produtos de higiene pessoal).

São os chamados contaminantes emergentes, não porque sejam substâncias novas, mas porque estão cada vez mais presentes no ambiente.

Como não existe legislação a respeito dos teores dessas substâncias na água para consumo humano, elas não são monitoradas com frequência.

Problemas não explicados

Ademais, a ciência ainda não sabe ao certo qual o limite de proteção ao ser humano e nem quais efeitos deletérios os contaminantes emergentes podem causar ao organismo do homem.

"Entretanto, já dispomos de estudos científicos que apontam que esses compostos têm causado sérios danos aos organismos aquáticos. Está comprovado, por exemplo, que eles podem provocar a feminização de peixes, alteração de desenvolvimento de moluscos e anfíbios e decréscimo de fertilidade de aves", conta o pesquisador.

Quanto aos humanos, prossegue Wilson Jardim, há indícios de que os contaminantes não legislados, especialmente hormônios naturais e sintéticos, como o estrógeno, podem provocar mudanças no sistema endócrino de homens e mulheres.

Contaminantes emergentes na água afetam animais e humanos
Uma hipótese, que carece de maiores estudos, considera que esse tipo de contaminação poderia estar contribuindo para que a menarca (primeira menstruação) ocorra cada vez mais cedo entre as meninas.

"Estabelecer esse nexo causal é difícil. Entretanto, temos que estar atentos para problemas dessa ordem. Acredito que, com o tempo, os contaminantes emergentes também terão que ser legislados. O trabalho que estamos realizando tem por objetivo exatamente fornecer subsídios para a formulação de políticas públicas que possam assegurar à população o fornecimento de uma água potável de maior qualidade", diz.

Consumo exagerado

O pesquisador conta que o problema não é exclusivo do Brasil.

Isso decorre de uma série de fatores, entre os quais o crescimento e adensamento populacional e a chegada ao mercado de novas substâncias.

"Estudos indicam que 1.500 substâncias são lançadas anualmente no mundo. São moléculas novas, às quais não estamos tendo tempo de estudar. Além disso, o padrão de consumo da sociedade tem crescido freneticamente.

"Antes, uma pessoa usava, em média, três produtos de higiene pessoal antes de sair de casa. Hoje, usa dez. Há alguns anos, as pessoas passavam filtro solar apenas para ir à praia e à piscina. Agora, muita gente passa diariamente para ir trabalhar, inclusive por recomendação médica," exemplifica.

quarta-feira, 21 de março de 2012

Nuvaring eu gostei

NuvaRing é a marca de um anticonceptivo em forma de anel vaginal vendido pela MSD-Organon. É um anel plástico flexível que administra uma pequena dose de progesterona (15 mcg) e um estrógeno durante o decorrer de 3-4 semanas.


Estou usando e gostei bastante! vale a pena tentar!
O preço é caro +_ R$60,00 mas cadastrando-se no site http://receitadevida.com.br  sai por R$44,00

quarta-feira, 7 de março de 2012

Novidades no tratamento de endometriose retovaginal

Durante o último encontro da Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, nova a diretoria da entidade defendeu a necessidade da ampliação de estudos e pesquisas sobre a endometriose. Segundo o presidente da entidade, "a endometriose é uma doença que atrapalha o estilo de vida de diversas mulheres no mundo todo. É um desafio encontrar o melhor método para tratá-la. São necessários muitos estudos visando atualizar o conhecimento dos ginecologistas sobre os tratamentos existentes e as novas possibilidades terapêuticas".

Um dos estudos apresentados sobre a endometriose, durante o evento americano, revelou que a terapia hormonal parece reduzir o tamanho dos nódulos da endometriose retovaginal.

Em um estudo prospectivo, pesquisadores italianos descobriram que diversas terapias hormonais administradas por um ano foram eficazes em diminuir o volume, em aproximadamente 24%, dos nódulos de endometriose infiltrados no reto, em 41, das 46 pacientes incluídas no estudo.

Os nódulos das pacientes foram avaliados por exames de imagem no início do estudo. Os resultados foram comparados com medições realizadas seis meses e 12 meses, após o início da terapia hormonal.

No início do estudo, o volume médio do nódulo de endometriose foi 4,3 cm3. Após seis meses de tratamento, o volume do nódulo nos grupos de pacientes recebendo acetato de noretisterona triptorelina, tibolona, acetato de noretisterona e letrozol foi reduzido. Para as pacientes que tomavam anticoncepcionais orais ou desogestrel não houve redução no tamanho dos nódulos, após seis meses.

Como conclusão, após 12 meses de tratamento, o volume de nódulos foi significativamente reduzido, uma média de 24%, em todos os grupos de tratamento. Não houve diferença significativa na redução do volume de nódulos em função do tipo de tratamento hormonal administrado.

Este foi o primeiro estudo a demonstrar que a administração de terapias hormonais, por um ano, reduz significativamente o volume de nódulos da endometriose retovaginal.

Fonte:http://www.renatokalil.com.br/ginecologia/novidades-no-tratamento-da-endometriose-retovaginal.aspx

domingo, 17 de julho de 2011

Meu presente de Deus nasceu dia 13/07/11


Aniversário de 1 aninho do meu príncipe  Emmanuel que esta imagem inspire vocês a continuar perseguindo a cura a maternidade é possível mesmo nos casos mais difíceis!



Olá minhas amigas de luta!

Meu Bebe nasceu dia 13/07/2011 por cesariana com 3kilos e 60 gramas e 47 centimetros de 38 semanas e 2 dias. Nasceu ótimo super saudável, um meninão lindo!
Minha médica olhou tudo lá dentro e estava tudo muito bom, sem aderência nenhuma os focos grandes de endo que eu tinha sumiram e ela cauterizou apenas 2 pequeninos pontos de aderência um em uma das trompas e outro por fora do útero, o mioma estava miudo sem atrapalhar em nada.
Quero que isso seja a esperança de vocês guerreiras que buscam a cura incansavelmente como eu busquei, que a minha vitória seja a vítoria de vocês, assim seja!!!
Persigam a cura com fé!

bjs
Nandhara

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Propriedades do melão amarelo

Propriedades do melão
Melão - ... Na menstruação tem efeito dissolvente e oxidante, agindo como cicatrizador natural,regenerador do sangue e normalizador do fluxo menstrual, ajudando na eliminação de pólipos, coágulos de sangue, inflamações, irritações e úlceras.

mais algumas informações sobre o melão
http://www.frutasnobrasil.com/propriedades_melao.html

Conheça os beneficios do melão, de nome cienticico (Cucumis melo). O Melão é um fruto Originário do Médio Oriente. É laxativo e diurético. É a fruta do aparelho digestivo. Deve ser consumido sozinho e de preferência de manhã. É rico em substâncias químicas que evitam o cancro. É um bom anticoagulante devido ao seu conteúdo de adenosina, que também se encontra na cebola, no alho e nos cogumelos negros.

O melão amarelo é usado na China para tratar a hepatite; na Guatemala, as suas cascas trituradas usam-se para eliminar lombrigas; nas Filipinas, como coadjuvante para tratar o cancro; na India, como diurético. As curas com melão são regeneradoras orgânicas.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Onde encontrar as ervas chinesas em sp

Consulte um fitoterapeuta primeiro pois para cada paciente existe uma combinação de ervas.
Em sp existem fitoterapeutas na www.ceata.com.br

Para comprar as ervas chinesas com receita você encontra na :

http://www.bioaccus.com.br/
Rua da Glória nº 182
1º Andar/ conj. 13 São Paulo
Inf.: 11 3111-9040

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Desenvolvido novo medicamento para o tratamento de endometriose

Achei essa notícia interessante, não é a cura mas acredito que irá auxiliar nos casos de endometriose e miomas, diminuindo os sintomas. Nandhara

Desenvolvido novo medicamento para o tratamento de endometriose

A endometriose está associada à dor na menstruação (dismenorreia) e também à dor pélvica crônica

A Abbott e a Neurocrine Biosciences acabam de anunciar acordo de colaboração para desenvolver e comercializar elagolix para o tratamento da dor causada pela endometriose. Elagolix é o primeiro antagonista liberador do hormônio gonadotrofina (GnRH) de uso oral, cujos estudos de fase 2b sobre seu uso em endometriose foram recentemente completados. Além de aplicação em endometriose, elagolix vem sendo avaliado para o tratamento de fibróides uterinas.

“Uma ampla análise clínica e pré-clínica com elagolix sugere que este medicamento pode representar um importante avanço para mulheres com endometriose e fibróide uterina, condições altamente prevalentes, mas carentes de novos tratamentos”, afirmou Dr. John Leonard, vice-presidente sênior de desenvolvimento e pesquisa de produtos farmacêuticos da Abbott.

Elagolix inibe os receptores do hormônio liberador da gonadotrofina (GnRH) na glândula pituitária e reduz, basicamente, os níveis de hormônios sexuais em circulação. Elagolix tem um perfil que permite a supressão parcial de estrogênio e mantem estradiol em níveis de baixo a normal, o que reduz a dor, ao mesmo tempo em que evita perda óssea significativa ou outros efeitos adversos que em alguns casos pode ser associada com a supressão excessiva de estrogênio. Em estudos de Fase II, elagolix tem demonstrado ser eficaz na redução da dor associada à endometriose. Até o momento, elagolix tem sido estudado em 18 estudos clínicos que totalizam mais de 1.000 teses.

A endometriose está associada a uma série de sintomas, sendo os mais comuns a dor na menstruação (dismenorreia) e também dor pélvica crônica durante todo o ciclo menstrual e infertilidade. A Fundação Mundial de Pesquisa de Endometriose estima que existam cerca de 100 milhões de mulheres em todo o mundo que sofrem de endometriose. Com o gasto anual no tratamento da dismenorreia e a perda de produtividade causada pela dismenorreia de aproximadamente US$ 4 mil por paciente, o impacto financeiro direto e indireto causado pela endometriose deve ultrapassar os US$ 20 bilhões somente nos Estados Unidos.

A fibroide uterina é tumor benigno que se forma na parede do útero. É o tipo mais comum de tumor na pélvis da mulher e mais comum em mulheres de 30 a 40 anos de idade. Apesar de algumas mulheres não apresentarem sintomas, dependendo do tamanho, localização e número de tumores, a fibroide uterina pode causar forte sangramento menstrual, pressionar a bexiga e o reto e causar dor e náusea. Os sintomas também podem incluir aborto e infertilidade. Dependendo dos sintomas, o tratamento pode ser cirúrgico.
30 de junho de 2010 fonte-
http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/desenvolvido_novo_medicamento_para_o_tratamento_de_endometriose.html

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

exames genéticos para quem quer engravidar

Muitas amigas de blog me perguntam sobre gravidez então achei interessante colocar aqui algumas coisas que vivenciei. Na época eu tinha endo e também tinha um mioma de 6cm que me deixava angustiada, eu vivia com hemorragia, anemia e dores, muitas dores. Como já contei muitos médicos me diziam ser impossível engravidar, que eu tinha que operar o mioma correndo o risco de ter hemorragia na mesa de cirurgia e perder meu útero. Eu saia sempre chorando dos consultórios, sempre arrasada, mas eu sempre tinha a intuição de não operar e de tentar alguma coisa natural. Um dia vimos uma reportagem no globo reporter que falava sobre duas ervas, uxi amarelo e unha de gato, e sobre resultados ótimos de regressão de miomas e até casos de gravidez,me animei e resolvi tentar. Além disso comecei a pesquisar tudo o que podia sobre casos de cura de endometriose. Fiz tratamento com ervas chinesas e li muito a respeito das propriedades do melão amarelo e o inseri em minha alimentação.
Quando meu mioma entrou em diminuição, esperei que chegasse até 2,5 cm então parti para fertilização in vitro pois minhas trompas eram obstruidas devido a endo, nesse ponto já não tinha mais aquelas dores, o meu quadro estava bem melhor. Abandonei o anticoncepcional e comecei na fiv, engravidei... porém perdi com 5 semanas, perguntei a meu médico se era o mioma o causador ou oquê? E ele respondeu que não, por dentro meu útero estava bom, sem abaulamentos, o mioma estava fora do útero então ele resolveu me pedir os exames abaixo.
ANTICOAGULANTE LUPICO
· FERRO
· MUCOPROTEINAS
· FATOR ANTINUCLEAR
· ALFA 1 GLICOPROTEINA
· 25OH VITAMINA D3
· TROMBINA III ANTI
· PROTEINA C COAGULAÇAO
· PROTEINA S COAGULAÇAO
· CARDIOLIPINA IGG
· CARDIOLIPINA IGM
· CARDIOLIPINA IGA
· TPO
· TIREOGLOBULINA ANTI
· HOMOCISTEINA
· FERRITINA
· METHILENOTETRAHIDROFOLATO REDUTASE MUTAÇÃO DO GENE
· ANTI FOSFATIDIL SERINA IGA,IGG,IGM
FATOR V DE LEIDEN
CELULAS NATURAL KILLER
Eu tinha alteração na anti cardiolipina iga e no methileno... fato que me acarretava uma trombofilia gestacional origem do abortamento.
Então fizemos um preparo com vit c,e,b,ac folico, ferro, aspirina prevent, anticoagulante em dose profilática entre outras medicações e partimos para outra fiv. Graças a Deus! deu certo e minha gravidez vai muito bem agora.
Então, que sirva de exemplo para quem quer ser mãe assim como eu sempre quis ser. Não permiti que tirassem meu útero, lutei por ele, pesquisei e muito, e hoje estou feliz, hoje sou eu quem ri daqueles médicos que não acreditavam em mim e no meu útero.
Para quem quiser saber:
a clínica onde fiz a fiv www.ipgo.com.br com Dr Arnaldo que acreditou em mim desde o começo, que descobriu que meu problema não era o mioma e foi contra operar meu útero desde o começo.
a clínica onde fiz tratamento com ervas chinesas www.ceata.com.br com dr Paulo fitoterapeuta.

Informações sobre imunologia da reprodução http://www.barini.med.br/

Além de miomas ou endometriose,existem muitos motivos que podem levar um casal a não engravidar ou a sofrer um aborto espontâneo e a imunologia da reprodução explica isso.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Unha de gato - Herbarium

Unha de gato da Herbarium a bula pode ser vista na farmacia online onofre


Leia com atenção antes de usar o produto.
MEDICAMENTO FITOTERÁPICO
FORMA FARMACÊUTICA
Comprimido.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO
Oral.
APRESENTAÇÃO
Embalagem com 3 blísters.
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO: Cada comprimido contém:
Extrato seco de Uncaria tomentosa (Willd) D.C., Rubiaceae
(Unha de Gato)........................................100mg*
Excipientes (Celulose microcristalina 200, celulose microcristalina 102, talco, opadry YS 1-7006, croscarmelose
sódica, estearato de magnésio e dióxido de silício)...........................................q.s.p. 1 comprimido
*Padronizado em 4,5-5,5mg (4,5-5,5%) de alcaloides totais calculados como mitrafilina.
QUANTIDADE DE UNIDADES
Embalagem com 45 comprimidos.
NOMENCLATURA BOTÂNICA OFICIAL
Uncaria tomentosa.
NOMENCLATURA POPULAR
Unha de gato.
FAMÍLIA
Rubiaceae.
PARTE UTILIZADA DA PLANTA
Córtex da raiz.
INFORMAÇÕES AO PACIENTE
Como este medicamento funciona?
UNHA DE GATO HERBARIUM atua como anti-inflamatório.
Seu médico é a pessoa mais adequada para lhe dar maiores informações sobre o tratamento, siga sempre suas orientações. Não devem ser utilizadas doses superiores às recomendadas.
Por que este medicamento é indicado?
Inflamação das articulações (osteoartrites) e reumatismo (artrite reumatoide).
Quando não devo usar este medicamento?
Pacientes com histórico de hipersensibilidade e alergia a qualquer um dos componentes da fórmula não devem fazer uso do produto.
Não utilizar em casos de lactação. Pacientes transplantados
devem evitar o uso da unha de gato, devido à possibilidade de produzir rejeição.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe ao seu médico se ocorrer gravidez ou se iniciar amamentação durante o tratamento.
Embora não existam contraindicações relativas a faixas etárias, recomendamos a utilização do produto para pacientes de idade adulta.
Após a utilização do produto, orienta-se esperar 1 ano antes de aceitar um transplante.
UNHA DE GATO
Devido ao alto efeito imunoestimulante, deve-se evitar o uso da unha de gato 2 dias antes e 2 dias depois da aplicação da quimioterapia.
Há um relato de falência renal aguda associada à ingestão da unha de gato em um paciente com lupus eritematoso sistêmico. Embora o paciente tenha ingerido vários outros medicamentos ao mesmo tempo, somente o tratamento com unha de gato foi descontinuado. Os resultados da urinálise retornaram gradualmente ao normal após a descontinuação do uso.
Foi demonstrado que o uso por tempo prolongado (8 semanas) da unha de gato resultou em queda dos níveis de estradiol e progesterona no soro. Desta forma, recomenda-se que o tratamento não ultrapasse 2 meses, exceto por orientação médica.
Informe ao médico ou cirurgião-dentista o aparecimento
de reações indesejáveis.
Desaconselha-se seu uso em conjunto com antiácidos e medicamentos imunossupressores, como por exemplo a ciclosporina.
Efeitos adversos têm sido observados quando administra-
se em associação à proteínas injetáveis para tratamentos celulares, hormonais, etc.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
Como devo usar este medicamento?
UNHA DE GATO HERBARIUM é apresentado em comprimidos
de cor marrom-avermelhado, que possuem odor característico e praticamente não apresentam sabor.
Ingerir 1 (um) comprimido, 3 (três) vezes ao dia.
Os comprimidos devem ser ingeridos inteiros e com uma quantidade suficiente de água para que possam ser deglutidos.
Caso haja esquecimento da ingestão de uma dose deste medicamento, retome a posologia prescrita sem a necessidade de suplementação.
Este medicamento não pode ser partido ou mastigado.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.
Assim como todos os medicamentos, informe ao seu profissional
de saúde todas as plantas medicinais e fitoterápicos que estiver tomando. Interações podem ocorrer entre medicamentos
e plantas medicinais e mesmo entre duas plantas medicinais quando administradas ao mesmo tempo.
Quais os males que este medicamento pode causar?
Têm-se verificado casos de febre, prisão de ventre ou diarreia, que acabam antes da suspensão do medicamento.
Os níveis hormonais (estradiol e progesterona) no soro podem ser reduzidos depois de um tempo prolongado utilizando unha de gato.
O que fazer se alguém usar uma grande quantidade deste medicamento de uma só vez?
Em caso de superdosagem, suspender o uso e procurar orientação médica de imediato para que sejam adotadas as medidas habituais de apoio e controle das funções vitais.
Onde e como devo guardar este medicamento?
Conservar o medicamento em sua embalagem original, protegendo da luz, do calor e da umidade. Manter em
PG 0207
21/01/09
HERBARIUM LABORATÓRIO BOTÂNICO LTDA.
Av. Santos Dumont, 1111 Colombo - PR • CNPJ 78.950.011/0001-20 • Indústria Brasileira.
Farmacêutica resp.: Anny M. Trentini CRF PR-4081
MS 1.1860.0024
ATENDIMENTO AO CONSUMIDOR 0800 723 8383
13846 - 01/09
temperatura ambiente (15 a 30ºC). Nestas condições, o medicamento se manterá próprio para o consumo, respeitando
o prazo de validade indicado na embalagem.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE
Características farmacológicas
UNHA DE GATO HERBARIUM é constituído pelo extrato seco de unha de gato (Uncaria tomentosa) padronizado em alcaloides totais, calculados como mitrafilina. Os componentes
esteroides da unha de gato têm sido descritos como os responsáveis pela atividade anti-inflamatória do extrato. O edema de pata induzido por carragenina foi reduzido por doses orais de vários extratos do córtex da raiz. A fração betassitosterol, que possui em torno de 60% do conteúdo total de esteroides da planta, é reconhecida como responsável
pela maior parte do efeito anti-inflamatório.
Foi demonstrado que o extrato de unha de gato estimula
a produção de interleucina-1 e interleucina-6 por macrófagos alveolares.
Resultados de eficácia
Foi realizado um estudo multicêntrico, duplo-cego em 70 pacientes
com artrite reumatoide, os quais foram divididos em dois grupos que receberam unha de gato ou placebo durante 6 meses. Ambos os grupos foram comparados em relação à raça, idade, tempo de enfermidade e capacidade funcional. Os resultados concluem que a eficácia da unha de gato como anti-inflamatório em pacientes com artrite reumatoide está plenamente justificada (CASTAÑEDA & cols., 1998).
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
CASTAÑEDA, O.; LEÓN, G.; LEÓN, D.; CALVO, A.; CHÁVEZ, J.; ESCALANTE, J.; LUZA, A.; QUEVEDO, H.; SEDANO, O.; VEGA, E. Uña de Gato en Artritis Reumatóide:
Estúdio doble cego, en comparación com placebo. Ver. Peru Reum., v. 4, nº 1, p.15-21, 1998.
Indicações
Tratamento de processos inflamatórios articulares, como osteoartrite e artrite reumatoide.
Contraindicações
Pacientes com histórico de hipersensibilidade e alergia a qualquer um dos componentes da fórmula não devem fazer uso do produto.
Não utilizar em casos de gravidez e lactação. Pacientes transplantados devem evitar o uso da unha de gato, devido à possibilidade de produzir rejeição.
Modo de usar e cuidados de conservação depois de aberto
Os comprimidos devem ser ingeridos inteiros e com uma quantidade
suficiente de água para que possam ser deglutidos.
Caso haja esquecimento da ingestão de uma dose deste medicamento, retome a posologia prescrita sem a necessidade de suplementação.
Foi demonstrado que o uso por tempo prolongado (8 semanas) da unha de gato resultou em queda dos níveis de estradiol e progesterona no soro. Desta forma, recomenda-se que o tratamento não ultrapasse 2 meses, exceto por orientação médica.
Conservar o produto em temperatura ambiente (15 a 30ºC), em sua embalagem original, ao abrigo da luz e da umidade.
UNHA DE GATO HERBARIUM é apresentado em comprimidos
de cor marrom-avermelhado, que possuem odor característico e praticamente não apresentam sabor.
Posologia
Ingerir 1 (um) comprimido, 3 (três) vezes ao dia, ou a critério médico.
Advertências
Em caso de hipersensibilidade ao produto, recomenda-se descontinuar o uso e consultar o médico.
Após a utilização do produto, orienta-se esperar 1 ano antes de submeter-se a um transplante.
Devido ao forte efeito imunoestimulante, deve-se evitar o uso da unha de gato 2 dias antes e 2 dias depois da aplicação da quimioterapia.
Há um relato de falência renal aguda associada à ingestão
da unha de gato em um paciente com lupus eritematoso
sistêmico. Embora o paciente tenha ingerido vários outros medicamentos concomitantemente, somente o tratamento com a unha de gato foi descontinuado. Os resultados da urinálise retornaram gradualmente ao normal após a descontinuação do uso.
De acordo com a categoria de risco de fármacos destinados às mulheres grávidas, este fitoterápico apresenta categoria de risco C. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.
Uso em idosos, crianças e outros grupos de risco
Uso adulto. Não existem recomendações específicas para o uso de UNHA DE GATO HERBARIUM em pacientes idosos e outros grupos de risco.
Interações medicamentosas
Os alcaloides da unha de gato não se solubilizam corretamente na presença de baixa acidez estomacal, podendo, inclusive, potencializar fármacos agonistas H2. Desta forma, desaconselha-se seu uso em conjunto com preparações antiácidas.
A administração concomitante com a ciclosporina ou outros fármacos imunossupressores também é desaconselhada.
Efeitos adversos têm sido observados quando se administra
concomitantemente proteínas exógenas injetáveis (tratamentos celulares, hormonais, etc).
Reações adversas do medicamento
Nas doses indicadas, a unha de gato é bem tolerada. Ocasionalmente, têm-se verificado casos de febre, constipação ou diarreia, que acabam antes da suspensão do medicamento.
Os níveis de estradiol e progesterona no soro podem ser reduzidos depois de um tempo prolongado utilizando a unha de gato.
Superdose
Suspender a medicação imediatamente. Recomenda-se tratamento de suporte sintomático pelas medidas habituais
de apoio e controle das funções vitais.
Armazenagem
Manter em temperatura ambiente (15 a 30ºC). Proteger da luz, do calor e da umidade. Nestas condições, o medicamento
se manterá próprio para o consumo, respeitando
o prazo de validade indicado na embalagem.
Lote, data de fabricação e validade: vide embalagem.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA